Braga Netto e a Busca por Informações da Delação de Mauro Cid
A Polícia Federal (PF) está investigando uma suposta tentativa de interferência nas investigações relacionadas ao golpe de 8 de janeiro, onde Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa, seria uma figura central nas articulações. O foco da investigação está voltado para um contato que Braga Netto teria feito com o general Mauro Lourena Cid logo após a liberação e colaboração de seu filho, Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, com as autoridades.
De acordo com depoimentos, o contato de Braga Netto visava obter detalhes específicos da delação premiada de Mauro Cid. A preocupação residia em como as informações concedidas por Cid poderiam envolver Braga Netto em atividades criminosas relacionadas à tentativa de impedir a posse de Lula. Essa comunicação levantou suspeitas na PF sobre uma possível tentativa de obstrução de justiça.
Papel e Acusações Contra Braga Netto
Braga Netto já é acusado de coordenar o suporte financeiro para o golpe, sendo mencionado em depoimentos e investigações pelo seu suposto papel em angariar fundos oriundos do agronegócio, chegando a entregar dinheiro em uma bolsa de vinho para membros da trama. Esses recursos teriam sido destinados a financiar as atividades golpistas, demonstrando o nível de comprometimento de Braga Netto com o plano.
A prisão de Braga Netto destaca sua posição central no esquema, tornando-o um símbolo das ligações entre autoridades da era Bolsonaro e o movimento golpista. O aprofundamento das investigações pela PF mantém em foco os potenciais desdobramentos legais e políticos dessa articulação e evidencia o grau de envolvimento de antigos membros do governo em tentativas de subversão democrática.
A evolução desse caso é crucial para esclarecer a extensão da articulação dentre os apoiadores de Bolsonaro e as implicações legais para aqueles que tentaram impedir a transição de poder para Lula, ressaltando a importância de responsabilizar os envolvidos e preservar a democracia vigente no Brasil.
Maria Eduarda Araújo
março 8, 2025 AT 22:15Quem tá no poder e tenta apagar evidências não é político, é criminoso.
Maria Vittória Leite Guedes Vargas
março 9, 2025 AT 10:52Jean Paul Marinho
março 10, 2025 AT 17:23Leandro Viera
março 11, 2025 AT 03:01Pedro Henrique
março 11, 2025 AT 16:40Quando um general entrega dinheiro em uma bolsa de vinho, não é um gesto simbólico - é o colapso de um sistema. E nós, cidadãos, nos tornamos espectadores silenciosos de um espetáculo que deveria nos envergonhar.
Se a democracia morre assim, com um sorriso e um vinho tinto, então talvez ela já estivesse morta há muito tempo.
judith livia
março 12, 2025 AT 01:41ITALO LOPES
março 13, 2025 AT 02:06Camila Casemiro
março 13, 2025 AT 08:55Se não fizermos justiça agora, quem vai lembrar que isso aconteceu? 🤍
Pedro Rocha
março 13, 2025 AT 16:34Fernanda Cussolin
março 15, 2025 AT 07:56Joseph Leonardo
março 17, 2025 AT 06:25Então... será que tudo isso vai mesmo resultar em algo?
Matheus Fedato
março 18, 2025 AT 08:07Diego Gomes
março 18, 2025 AT 13:52Allan Da leste
março 19, 2025 AT 13:57Maria Eduarda Araújo
março 20, 2025 AT 12:00